Mato Grosso, 07 de Fevereiro de 2012
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Retrato dos Fatos

Hoje a grande maioria das pessoas possuem câmera fotográfica, seja no celular, MP3, palm, etc. São flagrantes diários que passam em branco! O Independente acredita na máxima: "Uma imagem vale mais que mil palavras". Então, poste sua foto flagrante aqui! Seja ela de político, celebridade ou de cidadãos comuns, em momentos de descuido. Vamos lá, fotografe e poste aqui!



Fotografias

TAMANHO DA LETRA
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Receita simples do verdadeiro Pão de Queijo de Goiás
•1 kg de polvilho amargo •600 ml de água •300 ml de óleo •1 colher (sopa) bem cheia de sal •6 ovos •150 g de queijo ralado •Modo de Preparo 1.Em uma tigela coloque o polvilho amargo e reserve 2.Em uma panela, em fogo médio, coloque a água, o óleo e o sal 3.Deixe ferver 4.Desligue o fogo e coloque no polvilho reservado, escaldando e misturando bem 5.Deixe esfriar 6.Acrescente os ovos, um a um, misturando bem com o auxílio de um garfo 7.Amasse bem com as mãos 8.Faça bolinhas e coloque em uma assadeira 9.Leve para assar em forno pré - aquecido, a 200°, por 20 minutos 10.Abaixe o forno e deixe assando por mais 5 minutos para secar 11. Agora simplesmente sirva a vontade do simples e delicioso Pão de Queijo de Goiás

Enviado por: Julilana Valeriano | 03/11/2011 às 12:26
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Agora a escola lê jornal
O Distrito de Aguaçu, agora recebe semanalmente os jornais O Independente e Folha do Estado, que estão sendo distribuídos na Escola Udeney Gonçalves de Amorim e no comércio local. Um grande ganho para toda a população que não tinha nenhum acesso a fontes de leitura, pois nossa comunidade não tem biblioteca nem banca de revistas. Parabenizamos a iniciativa do jornal pelo projeto e agradecemos a consciência da empresa em preocupar-se com a formação de leitores. Grande exemplo de empresa com responsabilidade social que investe na formação de seus futuros consumidores de cultura.

Enviado por: Professora Eliane Miranda de Oliveira | 29/06/2011 às 20:00
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Tradiçao Cuiabana
Sob influência dos diversos povos existentes em Cuiabá, sobretudo pelo indígena, a culinária da cidade deve tomar seu acento como uma das mais elaboradas da gastronomia brasileira. Ela jamais deixa a desejar quando o assunto é originalidade na preparação dos pratos. Isso porque, se utiliza das mais diversas iguarias nativas, como a mandioca, o pequi e a manga, como base de muitas combinações locais para dar requinte ao paladar. Mas o que há de ainda melhor na culinária cuiabana é a influência de felizes “toques” trazidos pela enormidade de migrantes que aqui vivem ou por aqui passam, que só favorecem as receitas. Esse é o caso da “adoção”, por exemplo, da carne seca, muito conhecida como charque no sul do País e bastante utilizada na cozinha mineira. Em Cuiabá, sua preparação ganha um sabor típico quando cozida com a banana-da-terra ainda verde, transformada em um dos pratos mais apreciados na cidade, por nativos e demais. A mesma banana ganha lugar na maioria das receitas encontradas em Cuiabá, que vão desde aperitivos ao prato principal. Ela pode ser comida verde e frita, sequinha, como fazem os americanos com a batata frita. Também pode ser apreciada como complemento aos pratos principais: peixes, carnes e frangos. Outra deliciosa composição é utilizar a banana-da-terra como a base de uma farofa, tornando-a um acompanhamento somente encontrado aqui e saboreado com diversos pratos. E para finalizar o banquete, ainda pode ser a sobremesa, na receita de banana em caldas. A farofa em Cuiabá, quase sempre preparada com farinha de mandioca, ganha status de prato essencial a mesa. Ela, inclusive, foi transformada em paçoca pelos antigos, que misturam a farinha ao farelo de carne de sol, socada no pilão. Assim é composta a paçoca de pilão, também um dos melhores acompanhamentos locais, que cai perfeitamente bem com o sarapatel, conhecido na região como sarrabulho - um cozido a base de miúdos do boi, farinha e temperos variados. O peixe cuiabano, preparado das mais variadas formas, é fundamental na culinária local. O hábito em tê-lo a mesa também tem origem nas tribos indígenas, graças a histórica fartura do alimento no rio que corta a cidade, o Cuiabá. Suas águas trazem peixes de muita carne, como é o caso do pintado, do pacu e do bagre, mas também de muito sabor, como a piraputanga e a piranha. E é na preparação dos peixes que a população cuiabana “escreve um capítulo a parte”, se destacando com a utilização de técnicas pouco comuns no resto do País. Temos aí o peixe (pacu ou piraputanga) assado em folha de bananeira, para reter o calor e ressaltar seu sabor; também deve ser lembrada a técnica ancestral de se salgar o peixe para conservá-lo, o chamado pacu seco, da mesma forma como é feita com a carne vermelha, prática local de quando ribeirinhos tinham grande quantidade de pescado e precisavam conservá-lo por muitos dias; ainda é importante destacar a preparação do filé de peixe, normalmente o pintado, cozido com mandioca, prato chamado de mojica, cujo molho - quase um caldo – também pode ser apreciado como tira-gosto. O fruto do cerrado chamado pequi – conhecido por seus poderes afrodisíacos – também compõe pratos típicos da culinária cuiabana. Sua polpa dá coloração, sabor e aroma bastante característicos ao arroz, onde é constantemente utilizado, quando cozidos juntos. Os dois podem acompanhar uma farta peixada, bem como um deliciosa galinhada (frango frito cozido com arroz). Mas esse fruto também é aproveitado pelos cuiabanos no consumo em conserva e na preparação de um exótico licor. E os doces típicos! Hum! Esses são deliciosos protagonistas das mesas de Cuiabá, a maioria preparada com frutas retiradas dos pés dos enormes quintais e servidas em caldas. Aquele chamado de furrundu, feito a base de mamão verde, rapadura e canela, derrete na boca e encanta o paladar. O doce de caju, servido de duas maneiras – em caldas e cristalizado no açúcar – também é uma das preferências locais, como é o doce de manga. Biscoitos e bolinhos, com receitas nativas ou de fora, são tipicamente servidos em dois momentos do dia pelos cuiabanos, no café da manhã e no chá da tarde – folcloricamente conhecido como “chá co bolo”. Nessas refeições, pode-se encontrar facilmente o famoso francisquito, um biscoito feito de trigo e gordura, que agrada crianças e adultos. Fazem parte da mesma mesa ainda o bolinho de arroz, o bolinho de queijo mineiro, o biscoito de polvilho, entre muitas outras guloseimas, doces e salgadas. Toda essa riqueza da culinária local é popularmente evidenciada durante as festas típicas de santos: São Benedito, São Gonçalo, Senhor Divino e outras. Os festejos, que geralmente iniciam ainda pela manhã, oferecem aos participantes desde o “chá co bolo” ao jantar. As iguarias da cozinha cuiabana ainda são fartamente oferecidas nas festas tradicionais que acontecem também no resto do país, como é o caso do São João, em junho. E para garantir o fôlego dos festeiros, o uso do guaraná ralado é tradicionalmente feito por muitos, também um hábito “copiado” da cultura indígena. Ele garante não somente o pique para as festas, mas também a disposição e a boa saúde diárias àqueles que costumam tomá-lo ainda em jejum. *** Texto adaptado do Site Sabor na Mesa (www.sabornamesa.com.br)

Enviado por: Walter | 29/04/2010 às 16:12
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CULTURA: Projeto \'Imagens em Pauta\' exibe filmes de Luis Buñuel hoje na capital
As sessões serão realizadas a partir das 19h no CineSesc. A entrada é gratuita. Os fãs do cineastra espanhol Luis Buñuel poderão conferir nesta terça-feira no Sesc Arsenal em Cuiabá, mais duas obras do diretor conhecido por seu estilo melodramático. As sessões fazem parte de mais um ciclo do projeto 'Imagens em Pauta'. Desta vez os filmes exibidos serão "As Hurdes-Terra sem Pão e "Os Esquecidos". As sessões serão realizadas a partir das 19h no CineSesc. A entrada é gratuita. "As Hurdes-Terra sem Pão" O documentário foi filmado na comarca de Las Hurdes. Até1922, quando a primeira caravana da República Espanhola percorreu o território do país, Las Hurdes era uma região de dez mil habitantes praticamente desconhecida. Buñuel vê no lugar a matéria-prima para desenvolver suas idéias cinematográficas; as lentes da câmera captam de maneira crua a vida miserável dos hurdanos, seus costumes e tradições, as doenças, as migrações, a precariedade da sua agricultura, a distância que os habitantes precisam percorrer para levar os mortos ao cemitério mais próximo. Um lugar esquecido, onde "a morte é quase um dos únicos eventos". Os Esquecidos Os Esquecidos é a primeira obra-prima da fase mexicana do diretor espanhol. O filme retrata o cotidiano de um grupo de jovens delinqüentes, entre eles Jaibo, recém fugido do reformatória e Pedro, um garoto rejeitado pela mãe que acaba se envolvendo em um assassinato. Próximas sessões O ciclo Luis Buñuel segue até o dia 30 de março, no CineSesc. As sessões do projeto "Imagens em Pauta" são gratuitas e voltadas a todos os curiosos e interessados por cinema. Veja a programação: 16/03 - NAZARÍN (México. 1958. 94 min) 23/03 - VIRIDIANA (Espanha. 1961. 90 min) 30/03 - O ANJO EXTERMINADOR (El Ángel Exterminador. México. 1962. 95 min)

Enviado por: Site Coisas de Mato Grosso | 09/03/2010 às 13:15
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Carnaval
Com 5 bandas nacionais, Rondofolia de Rondonópolis atrai em média 35 mil pessoas e deixa organização animada

Enviado por: Rony Cajango | 17/02/2010 às 11:56
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